segunda-feira, 28 de maio de 2012

Escudo Humano


Este é o Meu mandamento: Amem uns aos outros do jeito que Eu os amei. Essa é a melhor maneira de amar. Deem a vida por seus amigos. João 15:12, The Message

Em 15 de novembro de 2004, Rafael Peralta deu a vida por seus amigos. Oficial do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos, Peralta e seus companheiros estavam em meio ao tiroteio intenso no Iraque na ocasião em que as tropas americanas e iraquianas tentavam dominar a força do controle rebelde da cidade de Fallujah.

Peralta, 25 anos, sargento do Primeiro Batalhão, tinha sido escalado para fazer parte do grupo de ataque que invadiu o esconderijo rebelde naquele dia. Ele foi um dos primeiros fuzileiros a entrar no local. Ouviu-se o som de tiros; Peralta, ferido, caiu ao chão.

Momentos depois, um dos rebeldes lançou uma granada no cômodo em que Peralta e os outros fuzileiros procuravam proteção. Os fuzileiros tentaram fugir, mas encontraram a porta trancada. Rafael Peralta, ainda consciente, agarrou a granada e se deitou sobre ela.

Apesar de um dos fuzileiros sair gravemente ferido devido ao estilhaço da bomba, muitas outras vidas foram salvas pelo ato de abnegação de Peralta ao utilizar o próprio corpo como escudo humano. “Ele salvou a metade da minha equipe”, afirmou o oficial em comando.

Peralta havia conquistado a reputação de colocar sempre os interesses dos colegas acima de sua vontade. Ele demonstrou isso novamente, e pela última vez, ao sacrificar a própria vida para que outros vivessem.

Admiro profundamente homens e mulheres como Rafael Peralta. À sua própria maneira, exemplificaram o espírito e o sacrifício de Alguém muito maior, Jesus Cristo.

Todos nós estávamos presos sob o tiroteio mortal do inimigo. Ensanguentados, nossa vida se desvanecia no chão frio de uma terra desconhecida. O inimigo lançou uma granada em nossa direção. O fim era certo. Morreríamos ali, morreríamos sem esperança, morreríamos sozinhos.

Mas Alguém Se lançou sobre o instrumento mortal. Colocou-o sob o próprio corpo e suportou sozinho a força descomunal do poder aniquilador. Ao proteger-nos, morreu; e nós vivemos. Ele morreu para que pudéssemos viver.


OLÁ AMIGOSSSSSSSSSSSSS

Ontem a noite terminei o epílogo e a escrita da capa final....UFA!!!!!!!!!

Quando fui olhar no relógio já havia passado três horas e eu nem me atentei........

FASE FINAL DO LIVRO ESTÁ BEM AGITADA...

ESTA SEMANA PRECISO DE AJUDA, POIS TENHO MENSAGEM NO SÁBADO, TCC DA FACULDADE E AJUSTE DO LIVRO...........


AJUDA PAPAI DO CÉU........

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Graça Sobre Graça


Todos recebemos da Sua plenitude, graça sobre graça. João 1:16

“Vimos a Sua glória, [...] cheio de graça e de verdade”, escreveu João, o amado (Jo 1:14). E completou: “Todos recebemos da Sua plenitude” (v. 16). Jesus é a personificação da graça; Ele é a plenitude da graça. Essa plenitude transborda até nos atingir.

Eugene H. Peterson traduziu essa passagem da seguinte maneira: “Todos nós vivemos à custa de Sua generosa liberalidade, dádiva após dádiva após dádiva.” Gosto dessa tradução, pois a essência da graça é o favor de Deus, concedido gratuitamente, sem merecermos. “Graça sobre graça” (tradução literal) sugere dádiva sobre dádiva. A tradução de Peterson “dádiva após dádiva” habilmente enfatiza a abundância da graça. Nosso Deus é um Deus de abundância; a palavra “mesquinho” não faz parte de Seu vocabulário. Em Sua misericórdia e compaixão pelos pecadores é generoso para com o pródigo imperfeito.

Aqui está um exercício para aquecer seu coração: procure numa concordância bíblica as palavras “abundante”, “abundantemente” e “abundância”. Você notará a ocorrência dessas palavras tanto nas versões mais antigas quanto nas mais modernas. Paulo afirmou que Deus “é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos” (Ef 3:20, ARC).

Que expressão interessante! Se fôssemos editar o texto de Paulo, omitiríamos “muito mais” por ser redundante. Mas Paulo sabia o que estava fazendo. Ele exagerou nos advérbios na tentativa de expressar em palavras algo que não pode ser reduzido a palavras: a incrível habilidade de nosso Deus de suprir todas as nossas necessidades, de fazer muito mais do que podemos pedir ou imaginar.

Em Jesus vemos a personificação da natureza de nosso generoso Deus. O Pai, abundante em amor, privou o Céu de seu mais excelente tesouro ao conceder-nos o Filho unigênito para que tivéssemos a vida eterna (Jo 3:16) – vida em abundância (Jo 10:10) e infinita (1Jo 5:11, 12).

Nenhum pecado é grande demais que nosso generoso Deus não possa perdoar. Onde o pecado abundou, a graça superabundou. Nenhuma situação é tão desesperadora para o Deus da abundância não prover solução; quer seja a fome, o perigo, a enfermidade, a fraqueza ou a cruel tentação. Nem mesmo a própria morte. Na última mensagem escrita de Ellen White, lemos: “Tão forte é Seu amor que domina todos os Seus poderes, e emprega os vastos recursos do Céu em fazer bem a Seu povo” (Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 519).

Vejam o meu grande querido Pastor Elieser Ramos

http://novotempo.com/codigoaberto/2012/04/14/licao-03-comentario-com-pr-eliezer-ramos-codigo-aberto/


Espero que gostem....
ele é demais....

Estou muito feliz por este pastor ter sido o Pastor que fez o prefácio do meu livro.....

Obrigado Pastor Elieser Ramos....
te amo em Cristo....Pastor Elieser Ramos....e familia...

quinta-feira, 24 de maio de 2012

A Estrada Menos Percorrida


Pois o Senhor aprova o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios leva à destruição! Salmo 1:6

“Em duas partiu-se num bosque a estrada, e eu... eu escolhi a menos percorrida e isso fez toda a diferença” (Robert Frost).

A estrada menos percorrida ainda é o caminho para os seguidores de Jesus. Ele nos disse: “Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela. Como é estreita a porta, e apertado o caminho que leva à vida! São poucos os que a encontram” (Mt 7:13, 14).

Encontramos a descrição de dois caminhos no primeiro capítulo do livro de Salmos. Um é o caminho do justo, “aquele que não segue o conselho dos ímpios, não imita a conduta dos pecadores, nem se assenta na roda dos zombadores” (v. 1). Hoje poderíamos colocar da seguinte maneira: aquele que não trilha o caminho do secular, dos valores materiais; aquele que não segue a maioria simplesmente por ser um caminho mais fácil; aquele que se afasta da influência destruidora do cinismo.

Para aqueles que trilham a estrada menos percorrida – o caminho de Deus – “sua satisfação está na lei do Senhor, e nessa lei medita dia e noite” (v. 2). Para os hebreus, a lei de Deus englobava mais do que os Dez Mandamentos, apesar de os dez preceitos serem o auge da lei. A Torá (lei) englobava toda a revelação da vontade divina disponível à humanidade. Para nós hoje, encontramos a revelação da vontade divina na Bíblia, instrumento concedido pelo Senhor para nos mostrar como viver.

Para aqueles que seguem a estrada menos percorrida, há vida em abundância. São como a “árvore plantada à beira de águas correntes” que produz frutos deliciosos e cujas folhas não murcham (v. 3). Tudo o que fazem “prospera”. Isso não quer dizer que fiquem ricos ou que estejam protegidos contra dores de cabeça e situações difíceis, mas que Deus está ao seu lado para o que der e vier.

O mesmo não ocorre com os que escolhem o caminho largo. Eles são como a palha levada pelo vento – hoje, eles parecem prosperar e viver a vida intensamente, mas amanhã deixam de existir e caem no esquecimento (v. 4). Além disso, eles enfrentarão o julgamento divino, ocasião em que todo ser humano será chamado a dar contas a Deus de como utilizou o dom da vida que recebeu.

A estrada menos percorrida é o melhor caminho. É o caminho da plenitude de vida aqui e agora – a oportunidade de estar plenamente vivo. É o caminho que leva à felicidade eterna.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

O Senhor Plantou um Jardim


O Senhor Deus colocou o homem no jardim do Éden para cuidar dele e cultivá-lo. Gênesis 2:15

Cada vez fico mais convencido de que a necessidade de organizar a vida nessa época de agitação e incerteza é algo fundamental. Em vez de sermos controlados pelo telefone celular, pelos e-mails e pela roda-viva da sobrevivência, devemos voltar aos princípios fundamentais encontrados na Bíblia.

Recomendo que levemos em consideração uma ideia muito antiga, instituída pelo próprio Deus na criação. A Bíblia nos diz (Gn 2:8) que o Senhor plantou um jardim e o entregou ao casal humano recém-criado para cultivá-lo e zelar por ele. Pouquíssimos de nós vivem da terra hoje em dia, mas encontraremos descanso e paz mental ao cultivarmos um jardim, seja grande ou pequeno. Na ocasião em que nos mudamos para Washington, adquirimos uma casa que possuía um quintal bem espaçoso, porém mal cuidado. No fundo havia várias árvores maravilhosas, entre elas, alguns carvalhos de 150 anos de idade ou mais. O proprietário anterior havia plantado algumas azaleias e outros arbustos. Porém, tinha sete filhos e o quintal acabou se transformando no parquinho da vizinhança.

Assim que nos mudamos, nos deparamos com muito trabalho pela frente para colocar as coisas em ordem, mas devagar conseguimos deixar o quintal do nosso gosto. As crianças da vizinhança começaram a parar de enxergar nosso quintal como uma propriedade comum e, aos poucos, conseguimos cultivar um lindo gramado. Eu sonhava em fazer um jardim na frente da casa, mas um frondoso plátano que crescia mais e mais a cada ano estava no caminho.

Depois de morar mais de 20 anos naquela casa, tomamos a decisão: tinha chegado a hora de o plátano partir. Contratamos uma pessoa para cortá-lo e outra para arrancar o toco. Comecei a idealizar o jardim. Passei muitas horas de trabalho árduo para transformar aquele solo árido entremeado por uma rede de raízes, algumas da espessura de meu braço, num canteiro apropriado para o plantio.

Noelene e eu compramos livros sobre plantas perenes. Decidimos plantar mudas de flox, uma fileira de sempre-vivas alternadas com cravos, ásteres, lírios e um plátano japonês vermelho de lento crescimento. Por fim, decidimos também acrescentar a dália. Nosso jardim, cuidadosamente desenvolvido pelo suor de nossa fronte, floresceu de forma abundante e espetacular. O resultado foi além de nossas expectativas. Sentimo-nos como Adão e Eva, profundamente satisfeitos, felizes e mais perto de Deus.