quinta-feira, 17 de maio de 2012

Contando os Nossos Dias


Ensina-nos a contar os nossos dias para que o nosso coração alcance sabedoria. Salmo 90:12

O Salmo 90, que carrega o título “Oração de Moisés, homem de Deus”, contrasta a brevidade da vida humana com a eternidade de Deus. As cadências magníficas e harmoniosas desse salmo ampliam nossa visão, convidando-nos a olhar além dos valores temporais e transitórios para aqueles que são realmente importantes, hoje e para sempre.

“Senhor, Tu és o nosso refúgio, sempre, de geração em geração” (v. 1). Que pensamento maravilhoso! Deus, o imutável, nosso refúgio. O que mais o tempo ou a eternidade poderia oferecer?

Será que Deus é o meu refúgio? Posso me unir em louvor ao compositor do hino: “Rocha eterna que prazer eu terei de em Ti viver!”
O salmo continua ressaltando a fugacidade da existência humana. Breve como o sono (v. 5), como a relva que germina e brota pela manhã, e à tarde não existe mais, murcha e seca (v. 6). Nossos dias passam como um murmúrio (v. 9); o melhor que podemos esperar é 70 ou (se tivermos sorte) 80 anos (v. 10). Seja curta ou aparentemente mais longa, nossa vida “passa depressa, e nós voamos” (v. 10).

Em seguida, vem a advertência, tão atual quanto a notícia mais recente da internet: “Ensina-nos a contar os nossos dias para que nosso coração alcance sabedoria” (v. 12). O que significa contar os nossos dias? É perceber o valor supremo de cada nova manhã, de cada momento que passa. Perceber que não sabemos quantas manhãs mais teremos pela frente – na verdade, se teremos mais alguma – e decidir viver a vida em sua plenitude, dedicando tudo o que fizermos para a glória do Criador e valorizando as pessoas ao nosso redor.

A vida é preciosa. O tempo é muito precioso. A eternidade revela sua preciosidade. Temos um Céu a conquistar e a destruição a evitar. A vida está repleta de significado, de propósito.

Esta linda oração expressa a graça: “Tem compaixão dos Teus servos! Satisfaze-nos pela manhã com o Teu amor leal, e todos os nossos dias cantaremos felizes” (v. 13, 14). E ela termina assim: “Esteja sobre nós a bondade do nosso Deus Soberano. Consolida, para nós, a obra de nossas mãos!” (v. 17). Amém! Faze isso hoje, Senhor!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

FIM DOS TEMPOS MESMO...

AMIGOS...VEJAM ESTE SITE: http://adventistasgays.wordpress.com/

Eu confesso que a volta de Deus está mais próxima do que imaginamos.....!!!!

Não estou tão assustado pois nada disso mais é novidade...mas é triste a situação...

leiam e meditem sobre o que satanás e seus anjos estão fazendo com os filhos de Deus.....

E CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ E A VERDADE ESTÁ EM CRISTO...E NA SUA PALAVRA!!!!!!!!!




Perdendo a Paciência


Moisés e Arão reuniram-se em assembléia em frente da rocha, e Moisés disse: “Escutem, rebeldes, será que teremos que tirar água desta rocha para lhes dar?” Números 20:10

Moisés foi um líder humilde e paciente do povo de Deus. Os israelitas eram difíceis, mal agradecidos, reclamões e inconstantes. Apesar de estar livres e cercados diariamente pela evidência da presença e liderança de Deus, não estavam satisfeitos com o fato de o deserto não lhes oferecer o conforto da civilização.

Ao longo dos anos de peregrinação, de esperanças e frustrações, Moisés manteve a calma. Na ocasião em que sua liderança foi questionada, primeiro por Arão e Miriã (Nm 12:1, 2) e mais tarde por Corá, Datã e Abirão (Nm 16:1, 2), ele simplesmente levou a questão a Deus, confiando sua defesa Àquele que julga justamente. No dia em que Israel cometeu o terrível pecado de fazer e adorar um bezerro de ouro, Moisés ofereceu a própria vida a fim de poupar a do povo (Êx 32:31, 32).

Aqui está um líder abnegado, alguém que deixou o ego de lado, que se preocupava apenas com o bem-estar daqueles que liderava. Mesmo sendo ele o líder mais exemplar de todos, sofreu as fraquezas da humanidade. Certo dia, perdeu a paciência e o resultado foi catastrófico.

O capítulo 20 do livro de Números descreve o contexto. As 12 tribos haviam chegado ao deserto de Zim, e foi ali que Miriã faleceu. A perda da irmã afligiu Moisés. Os três irmãos, Moisés, Arão e Miriã, haviam lutado juntos desde a saída do Egito e ao longo dos anos de peregrinação. A morte da irmã talvez tivesse aflorado a frustração de ainda não ter chegado a Canaã, mesmo depois de ter saído do Egito havia tantos anos.

Para aumentar ainda mais o estresse de Moisés, os israelitas mais uma vez começaram a reclamar. Dessa vez, da falta de água. Começaram a dizer que estavam numa situação melhor no Egito, que a missão inteira era um fracasso. Culparam Moisés e Arão por todos os problemas que enfrentavam.

Deus ordenou que Moisés reunisse o povo diante da rocha e simplesmente falasse com ela. Mas Moisés, desgastado pela tristeza e pelo fardo da liderança, bateu na rocha duas vezes com o cajado. A água fluiu, mas Moisés havia pecado.

Em certa ocasião no passado, seguindo as instruções do Senhor, Moisés bateu na rocha e ela verteu água (Êx 17:5, 6). Aquele ato simbolizava Cristo, a “Rocha espiritual que os acompanhava” (1Co 10:4). Essa Rocha foi ferida apenas uma única vez. Ele nunca mais sofrerá novamente para nos dar a água viva da Sua salvação. Ele morreu uma vez – uma vez por todas.




BOM DIA A TODOS..............
QUE DEUS ABENÇOE A TODOS NÓS....

QUE VENHAMOS A SER MELHOR QUE ONTEM, POIS HOJE TEMOS UMA NOVA OPORTUNIDADE....

UM GRANDE ABRAÇO A TODOS VOCES....

OREMOS POR AQUELES QUE NÇAO TEM O PÃO A MESA NEM UMA CASA PARA MORAR, POIS ELES SÃO O NOSSO PRÓXIMO....

ONTEM ESTIVE EM CASA A NOITE E AQUELE FRIO BATENDO FORTE NA JANELA E NO MESMO MOMENTO PENSEI COMO SERÁ QUE ESTAVAM NOSSOS IRMÃOS......
É TRISTE ENTÃO VAMOS LIMPAR NOSSOS GUARDA ROUPAS E AJUDAR AQUELES QUE TEM FRIO.....


OBRIGADO A TODOS!!!!

terça-feira, 15 de maio de 2012

Bom Dia Amigos!

Que este dia possa ser um dia de vitórias, e que possamos lembrar do cordeiro que tia o pecado do mundo, e possamos deixar que ele faça morada em nossas vidas.
Entrega teu caminho ao senhor, confia nele e o mais ele fará.


15 de maio Terça


Moisés e Jesus


Cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro: “Grandes e maravilhosas são as Tuas obras, Senhor Deus todo-poderoso. Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações.” Apocalipse 15:3

Moisés é o maior personagem do Antigo Testamento, Jesus é o maior do Novo Testamento. E ambos possuíam missões semelhantes. Moisés foi um tipo de Cristo.

Os dois foram libertadores do povo de Deus. Moisés liderou as tribos de Israel para fora do domínio egípcio até a entrada da Terra Prometida. Jesus, o líder espiritual de Israel, lidera as pessoas de todas as tribos e raças, que escolhem aceitar a salvação que Ele oferece, para fora do Egito espiritual e da escravidão do pecado rumo ao lar eterno, a Canaã celestial.

Moisés, treinado nas artes marciais do Egito, precisou aprender a maneira de Deus liderar: não pela força de exércitos, não por violência, mas pela mão gentil de um pastor. Com isso, Moisés prefigurou o trabalho do maior Líder que já existiu: “Como pastor Ele cuida de Seu rebanho, com o braço ajunta os cordeiros e os carrega no colo; conduz com cuidado as ovelhas que amamentam suas crias” (Is 40:11).

Tanto para Moisés quanto para Jesus, a morte estava marcada com um elemento trágico. Moisés, depois de ter liderado o povo por 40 anos em meio a provações e dificuldades, morreu avistando a Terra Prometida – tão perto, ao mesmo tempo tão longe! A vida de Jesus chegou ao fim de modo violento. Rejeitado pelos líderes judeus, abandonado por Seus próprios seguidores, foi surrado, açoitado, cuspido e executado entre dois ladrões.

Mas a morte não foi o fim para eles. Deus sepultou Moisés num vale na terra de Moabe (Dt 34:6), mas não o deixou na sepultura. De acordo com o bom propósito de Deus, Moisés foi ressuscitado dentre os mortos, um ato contestado pelo diabo (Jd 9). Na ocasião em que Jesus estava no auge de Sua missão, a última jornada a Jerusalém em que a traição e a morte O aguardavam, Moisés veio juntamente com Elias para encorajar o Salvador no Monte da Transfiguração.

Não sabemos quanto tempo Moisés permaneceu na sepultura desconhecida e solitária em Moabe. Mas sabemos que Aquele que é maior do que Moisés – o Salvador e Senhor de Moisés – quebrou os grilhões da morte num domingo pela manhã, ao terceiro dia após a Sua morte.

O cântico de Moisés e do Cordeiro é um cântico de libertação e vitória. Quero estar lá para entoá-lo. E você?


segunda-feira, 14 de maio de 2012

MEDITAÇÃO DE HOJE - 14/05/2012


O Sangue no Batente da Porta


Quando o Senhor passar pela terra para matar os egípcios, verá o sangue na viga superior e nas laterais da porta e passará sobre aquela porta, e não permitirá que o destruidor entre na casa de vocês para matá-los. Êxodo 12:23

Egito: os filhos de Israel estão no limiar do tempo, aguardando o momento de sua libertação. Após 430 anos de escravidão, estão prestes a sair em liberdade. Depois de tantos anos, parecem ter atingido o auge de sua história. A mão do opressor estava cada vez mais pesada, o clamor dos oprimidos mais intenso. Jeová os ouviu e preparou um homem no deserto de Midiã que possuía as características para enfrentar aquela situação.

Moisés tinha confrontado o faraó, advertindo-o com praga após praga. O faraó, porém, estava dividido entre a razão e o desejo; ora falava uma coisa, ora falava outra; prometia, mas sempre acabava se recusando a deixar o povo ir. Agora a terra estava em ruínas. Até mesmo os conselheiros do faraó lhe suplicavam que deixasse de ser teimoso e se livrasse do povo que era a razão das calamidades que haviam sobrevindo à nação egípcia.

O coração do faraó ainda estava endurecido. Moisés, então, sob o comando de Deus, advertiu-o a respeito do décimo e último ataque: “Assim diz o Senhor: ‘Por volta da meia-noite, passarei por todo o Egito. Todos os primogênitos do Egito morrerão, desde o filho mais velho do faraó, herdeiro do trono, até o filho mais velho da escrava que trabalha no moinho, e também todas as primeiras crias do gado’” (Êx 11:4, 5).

Para os israelitas, no entanto, Deus proveu um meio de escape da praga mortal. Cada família deveria escolher um cordeiro ou cabrito “sem defeito” (Êx 12:5), sacrificá-lo e aspergir com um feixe de hissopo o sangue nas laterais e na viga superior da porta (v. 21, 22). Ninguém deveria sair de casa até a manhã do dia seguinte. Conquanto permanecessem em casa, o sangue aspergido no batente da porta os protegeria do destruidor.

O sangue de Cristo aspergido no batente de nossa vida nos protegerá da morte eterna. Será que esse sangue está aspergido no batente de minha vida? Será que está aspergido no batente da porta de minha família? Será que meus queridos estão seguros dentro de casa, protegidos do destruidor?

Quem sabe, prezado amigo, seu coração esteja pesaroso por causa de um filho, um neto ou ente querido que não esteja seguro dentro de casa. Entregue-os neste momento, citando nome por nome, Àquele que é grande em misericórdia e que os ama mais do que você.


QUE DEUS VOS ABENÇOE!!!
Bom dia meus amados amigos

Desejo a todos uma semana abençoada por Deus....

logo mais posto algo legal....

Quanto ao livro, estamos em fase final de diagramação e escolha de capa...mas a correria de trabalho e faculdade está bem puxado..!!!!!!!!!!!!

abraçossssssss

Davi de Paula